
É em torno de 400 a 600 mudas de cada espécie, que serão plantadas em parcelas, numa única área, por meio do qual a pesquisa vai comparar a produtividade, precocidade, o comportamento climático de cada palmácea, entre outros aspectos, para poder oferecer ao produtor um estudo da espécie que melhor se adeque ao seu interesse.
Para o técnico Alcibaldo Pereira Germann, da Epagri, o plantio dessas espécies é importante no sentido de que o produtor faça o acompanhamento, visitando a unidade de observação e tire as próprias conclusões. “A pesquisa fornecerá depois os elementos técnicos das observações”, acrescentou.
Presentemente a Epagri está buscando as mudas dessas espécies, que estarão plantadas, segundo a previsão, até o final de março.
Fonte: Jornal do Vale do Itapocu
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